Agora eu queria ter tempo. Queria ter tempo pra escrever dignamente, tempo pra pensar nas palavras, pra rever os conceitos, pra conseguir dizer exatamente o que estou sentindo e como estou sentindo mas eu não tenho esse tempo e isso agora, sinceramente? Não me importa.
Eu estou desbravando um novo mundo aqui. Admito, pequeno novo mundo. Mas estou tentando descobrir nele uma forma de dar certo. Um jeito de me encaixar e conseguir fazer parte dele de forma que una duas coisas: meus dois mundos.
Queria muito, muito mesmo, ter tempo pra contar como esta sendo e o que aconteceu comigo ontem, queria poder parar para pensar no que é parecido e o que é completamente diferente, mas guardo o meu tempo para entender primeiro como é esse mundo e entender onde eu posso pisar.
O meu grande velho mundo é forte, preciso, gentil, caloroso e eu sei exatamente onde estão todas essas qualidades. Tenho a preocupação agora de tentar não apenas viver no novo pequeno mundo mas viver ele, me entregando.
Queria poder ter trazido todo o meu velho grande mundo na mala mas aceito a bagagem dele que trago no coração em forma de lembranças e tento as transformar em força, precisão, gentileza e calor humano em meio a mim mesma, pra quem sabe mostrar às qualidades desse mundo que existem tantas outras qualidades em outros mundo que eles não vão ter o prazer de ver mas que eu, graças a Deus, pude conhecer.
Continuação do post "SairDeCasa".
ResponderExcluir"O tempo engatinhar
ResponderExcluirDo jeito que eu sempre quis
Se não for devagar
Que ao menos seja eterno assim"
Móveis Coloniais de Acaju - O Tempo