Então é dia 31 de dezembro! E com certeza já passou pela sua cabeça todos os outros 364 dias que você viveu neste ano, talvez já tenha feito todas aquelas promessas que em primeiro lugar você não vai cumprir, mesmo porque, em segundo lugar, você já terá esquecido-as antes de março. Mas é isso que faz a data tão especial, não fazer promessas por promessas mas a alegria do recomeço.
O que merece o brinde são os sonhos que terão mais um chance para serem realizados e principalmente aqueles que já foram alcançados no ano que passou. Também merece algumas taças de espumante todos os erros que foram convertidos em aprendizagem cuja utilidade você só pode entender agora, hoje, quando conseguiu parar para enxergar o que fez de fato neste ano.
De qualquer forma 2010 foi um ano marcante. O PIB brasileiro cresceu 4,9%. A economia da China superou a do Japão. A copa do mundo - e quanto a isso me reservo o direito de ficar calada, obrigada. As eleições (...) Alguns se foram (mas ficaram guardados na memória), outros chegaram (começando a escrever sua história).
E entre idas e vindas, entre passado e presente nos resta querer que em um futuro próximo consigamos concertar os nossos erros, deixar ir o que não nos pertence e rogar pra que venham novos desafios para serem superados.
Então, desejo a você saúde e paz mas principalmente eu desejo que em todos os próximos 365 dias você tenha um sonho pra realizar e um desafio pra superar. E que vem 2011!
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No principal desafio do cotidiano - viver, nos deparamos com dois caminhos sempre. A pior parte é que não são caminhos que podemos classificar simplesmente como “bom” ou “mal”, nenhum discernimento afirmaria com certeza. Os caminhos são na verdade opções de se viver. Todos os dias a vida te pergunta se você vai pensar e agir ou agir sem pensar.
Pensar e agir significa ter mais cuidado e calcular todos os prós e os contras repensando e pensando de novo, entendendo todas conseqüências do ato. É questão de proteção e planejamento.
Mas até quando vale a pena criar um escudo de pensamento? Até que ponto é bom se esconder atrás de hipóteses? Pois é, nesse contexto, agir sem pensar transforma a hipótese em teoria e te faz viver exatamente o que se quer sem lembrar dos “mas e se...” e “talvez se eu...”.
Porem, não pensar nas conseqüências pode trazes grandes e graves dores na consciência e a sensação de não ter o controle sobre o que acontece. E agora, o que escolher?
Esse é o meu dilema particular, tentar encontrar um meio termo e conseguir viver e pensar nas conseqüências. Equilíbrio. Essa me parece ser a chave pra resposta que eu procuro. Talvez eu precise apenas saber balancear... O que me traz outra questão: como?! E fico novamente sem resposta. Bom, não se preocupe, vou continuar vivendo (caindo, errando, pedindo desculpas, aprendendo, questionando, sugerindo, repetindo, perdoando, me perdendo e me encontrando) se eu descobrir, te conto.
Talvez deva começar com uma espécie de apresentação. Bom, poderia dizer que sou por vezes alegre demais, que quase toda hora choro demais e sempre quero aprender mais ou poderia falar que me interesso por quase tudo. também seria verdade se dissesse que a minha curiosidade de 18 anos já me fez entender o começo de algumas coisas que parecem não ter fim. Poderia falar que não posso passar as férias sem ler um bom livro bem como não consigo ler um livro durante o ano letivo, e que vivo pensando em abandonar a vida sedentária ao mesmo tempo que tenho amor platônico por sentar na frente da tv e assistir uma boa série de comédia comendo chocolate.
Mas nada disso seria suficiente! Para uma boa apresentação eu deveria, na verdade, falar sobre aqueles que me acompanham sempre, aqueles que surgiram na minha vida e por opção [de ambas as partes] continuaram. Pra falar de mim, basta falar de meus anjos sem asas, os mais perfeitos com limitações e defeitos humanos.
Sim! sou retalhos costurados. roubo pedaços dos meus amigos e entrego a eles pedaços que já chamei de "eu", portanto acima de tudo sou inacabada e a todo o momento espero por arremates.